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Revender sistemas é um ótimo negócio

Por Silvio Rogério dos Santos | 13 de Janeiro de 2020

Existem diversos motivos rentáveis e interessantes para você que pensa em revender sistemas. Este artigo aborda aspectos desde o modo operacional do trabalho até as vantagens que podem agregar mais qualidade de vida para você e sua família. Vamos nessa?


“Se alguém faz alguma coisa para melhorar o mundo, isso significa que você também pode fazer. Quero que você reflita sobre duas perguntas: Qual é o problema que você pode ajudar as pessoas a resolver? Quais problemas você pode ajudar as empresas a resolver?”

Roberto Shinyashiki

Roberto Shinyashiki é empresário, doutor em administração de empresas, palestrante, autor de best-sellers e influenciador de empresários e gestores. 

Em seu livro: “Problemas? Oba! – A revolução para você vencer no mundo dos negócios” além de já causar impacto com essas perguntas ele fala sobre as oportunidades e a capacidade de aproveitar os seus talentos em suas tarefas. Se ele fala disso sobre o dia a dia, por que não fazer o mesmo com o seu trabalho

Se você acredita que pode oferecer um bom serviço as empresas e, por consequência, às pessoas, resolvendo problemas delas e ao mesmo tempo ganhar para fazer isso, te digo que está no lugar certo! 

Só que antes de seguir para falar sobre ser um revendedor de sistemas, vou apresentar outros nomes de peso e colocar suas ideias aqui para então poder entrar no assunto mais abertamente. Vai ser rápido, e mesmo assim não deixa de ser importante. OK? 

Revenda o Sistema STi3

Robert T. Kiyosaki juntamente com John Fleming e Kim Kiyosaki escreveram um livro que se chama O negócio do século XXI.  

Pomposo o título, não é?  

Só que neste livro, o autor de Pai Rico e Pai Pobre (1997), junto de seu par de colegas, fala sobre o ato e a importância de empreender nos tempos modernos, cita modelos de negócios e sobre a importância de ver oportunidades a todo instante para crescer financeiramente e ao mesmo tempo trabalha conceitos de auto realização. 

O sucesso é definido de forma diferente por pessoas diferentes. O que é importante para uma pessoa pode não ser importante para outra. Algumas pessoas estão satisfeitas em suplementar seu nível atual de renda, enquanto outras estão verdadeiramente procurando uma oportunidade de negócio que possa ser transformadora, em termos de potencial de rendimento e objetivos de vida.

O negócio do século XXI

De fato, o sucesso é diferente para cada um. 

Estar com a família, poder trabalhar em um horário mais flexível, ser útil, ensinar, preparar algo para que outras pessoas possam usufruir, ganhar dinheiro, ter muitos amigos, ter um blog de sucesso, um canal do YouTube de prestígio, talhar um boneco em madeira, trabalhar com pessoas, com tecnologia, viajar… não importa o que seja; sendo o que for e se essa pessoa estiver feliz no processo eis aí a definição de sucesso desta. 

Só que o artigo trata de trabalhar com revenda de sistemas, então, vamos em frente, pois isso também significa auto realização e pode te levar ao sucesso. E vamos ter ajudar nesse processo.

Por fim, vou citar Roger Martin. 

Para criar um ambiente que equilibre confiabilidade e validez, de modo que ambos os elementos avancem ao longo do funil do conhecimento e sejam aperfeiçoados em seus estágios, a empresa precisa pensar de maneira diferente sobre os três elementos de sua organização: suas estruturas, processos e suas normas culturais.

Roger Martin

Interessante o que foi escrito até aqui, pois mostram autores completamente diferentes. Nacionalidades distintas e áreas de atuação igualmente diferentes, mas que se for colocar em palavras teríamos algo como: agir, ajudar, resolver, criar, gerar e pensar. 

Logo os autores validam o modelo de negócio de revenda de sistemas.


Que vantagem há em revender sistemas?

Se olharmos de forma muito trivial, ao tentar responder essa pergunta podemos cair no senso comum  e falar: “Já está tudo pronto, só vender o que tem e sucesso!”

Revender um software te dá mais oportunidades que apenas vender. 

Vou lembrar o que o nosso Roberto falou lá no início deste artigo : “[…] Qual é o problema que você pode ajudar as pessoas a resolver? Quais problemas você pode ajudar as empresas a resolver?”; vou colocar agora as minhas perguntas: Do que você gosta? No que você é bom? O que você já faz? 

Por favor, não pense “Eita artigo doido este, só me coloca perguntas na cabeça!”; mas sim: “O que eles querem me mostrar?” 

As empresas que fornecem software estão, antes de qualquer coisa, preocupadas em resolver um problema. 

Ao se tornar um revendedor de software é possível que possa vir a ajudar a desenvolver o comércio local através de conhecimentos de automação comercial, relacionamento e atendimento. Logo, resolverá problemas. Neste processo, claro, será reconhecido e renumerado para tal. 

Geralmente empresas que trabalham com manutenção de sistemasvenda de equipamentosperiféricos e/ou prestam serviços nas áreas de redesegurança de dados são procurados por seus clientes ou mesmo são indicados para que estes ofertem um sistema de automação comercial

Quando não se tem, normalmente, indicam para outra empresa e essa tem ganhos recorrentes, mês a mês vindas de mensalidades, treinamentos e/ou consultorias.  

Quem indicou, não é uma regra isso, fica com uma pequena comissão no ato da contratação e nada mais. 

Por que não assumir isso também?  

Escritórios de contabilidade podem ser grandes parceiros da revenda de software, potenciais indicadores, principalmente por conta das emissões fiscais obrigatórias de seus clientes. Revendendo um sistema de automação comercial que efetue todas essas operações e buscando sempre a excelência no atendimento, essa parceria pode decolar!

Tudo bem que neste momento citei apenas alguns segmentos específicos, mas revender sistemas de gestão vale, perfeitamente, para quem quer empreender. 

Caso você ainda não tenha uma empresa ou não atue neste ramo, mas há desejo em empreender, a revenda de software é um ótimo começo e te permite várias coisas, dentre as quais destaco: 

  • Aprendizado: afinal, por trás do revendedor existe uma empresa que já possui um conhecimento de mercado, know-how, sobre o mercado na qual atua, sobre o software que construiu e do como fazer;   
  • Segurança: as empresas, sérias, que trabalham com canais, revendedores, fornecem treinamento, preparam antes de iniciar as vendas;
  • Solidez: o produto ofertado passou por testes, já é uma versão consolidada e estável, pronta para que possa ser usada pelo cliente após, claro, ter recebido o treinamento;
  • Renda: Cada modelo de revenda de software tem uma forma de remuneração, mas, geralmente, ela é bastante vantajosa aquele que representa a solução de uma software house, pois é possível ajustar de acordo com o seu estilo de vida e desejo de ganho. Claro, milagres neste caso não existem, então dependerá de ti;
  • Autonomia: Ser seu patrão, definir horários, prazos, dinâmicas, valores… dispor da liberdade em trabalhar de acordo com suas metas. 

Independente de já ter experiência, já revender ou não, a STi3, partilha dessas ideias todas. Oferecemos uma política comercial flexível e lucrativa, com diversas vantagens que irão ajudá-lo a encontrar o caminho certo.

O segmento da Informática é muito amplo e além destes motivos que citei, caso goste de pessoas, lidará diretamente com elas e conhecerá os seus negócios, estará com elas e poderá ajudar a resolver a muitos de seus problemas. Principalmente aqueles que estiverem ligados as questões de automação comercial, sistemas e processos. 


Ah, mas será que o comércio está indo bem e precisa de sistemas?

Para responder a essa pergunta vou usar alguns dados e números oficiais. 

Os dados aqui presentes são do IBGE e se este pouco te aguçar a curiosidade você tem acesso a todos os demais dados, basta clicar aqui e ser direcionado para lá: 

  • Na Pesquisa Anual de Comércio, PAC, em 2014, havia 1,6 milhões de estabelecimentos comerciais;     
  • Com empregos direto 10,7 milhões de pessoas; 
  • O comércio varejista, estabelecimentos de menor porte, são os que mais contribuíram com este volume de contratações.

Estes números já são bons, mas tem praticamente 6 anos, não é? Então vou mostrar um gráfico que o IBGE divulgou recentemente com as informações de vendas do comércio varejista referente ao desempenho apurado em Outubro/2019. 


grafico_IBGE

Para ver o periódico com todo os dados, dividido por setores e Estados você deve acessar clicando aqui

Olhando para esse gráfico dá para ver que a economia está crescendo e de Julho/2019 por diante o volume de vendas é maior que a média trimestral apurada. 

Embora seja um papo de extrema importância, não iremos entrar nele agora. Foi só um pitaco! 


E agora José?

É muita informação para processar de pronto, então antes de qualquer coisa é preciso pensar e se olhar respondendo mais algumas perguntas:   

  • 1. Eu gosto de pessoas?    
  • 2. Gosto de negócios, comércio e resolver problemas?
  • 3. Como posso ajudar as pessoas a vender mais e atender melhor?
  • 4. Poderia agregar sistemas de automação comercial ao meu portfólio?
  • 5. Estou disposto a aprender e dedicar-me a “vender”?
  • 6. Gosto de informática e quero trabalhar com isso, mesmo que não seja tão imerso neste momento?
  • 7. Sou organizado e estou pronto para ter algo meu?
  • 8. Gosto de trabalhar mais com restaurantes, como posso atuar com sistemas neste setor?
  • 9. O que preciso para revender software? 

Diria que as perguntas 1, 2 e 5 são as que de pronto precisam ser “sim”. 

Para as demais, há tempo. Há meios para desenvolver-se. É passível se incorporar no dia a dia. 

O importante é que ao longo deste artigo você tenha se visto e ajudado a encontrar respostas para perguntas que tinha, talvez novas perguntas tenham surgido. Isso faz parte do aprendizado e do crescimento; principalmente quando boas oportunidades se apresentam. 

Aproveitando que citei alguns autores, deixo uma última citação para refletir:

Um homem só se aproxima do seu eu verdadeiro quando atinge a seriedade d’uma criança que brinca

Heráclito

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Citações
SHINYASHIKI, ROBERTO
Problemas? Oba! – A revolução para você vencer no mundo dos negócios, São Paulo: Editora Gente, 2011, p. 26
KIYOSAKI, ROBERT T.; FLEMING, JOHN; KIYOSAKI, TIMPai Rico: o negócio do século XXI, 8ª reimpressão, Rio de Janeiro: Elsevier, 2012, p. 59
MARTIN, ROGER L., Design de negócios: por que o design thinking se tornará a próxima vantagem competitiva dos negócios e como se beneficiar dissoRio de Janeiro: Elsevier, 2010, p. 114 

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